Obrigada por sua visita

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terça-feira, 27 de março de 2012

Luis Miguel - Popurri

Sabor a mi

É isso aí - Ana Carolina

Ana Carolina Souza (Juiz de Fora, 9 de setembro de 1974) é uma cantora, compositora, arranjadora e instrumentista brasileira. Carreira A sua influência musical vem do berço. Sua avó cantava em rádio, seus tios-avós tocavam percussão, piano, cello e violino. Ana Carolina cresceu ouvindo ícones da música brasileira Chico Buarque, João Bosco, Maria Bethânia; na sua preferência internacional destaca-se Nina Simone, Bjork e Alanis Morrissete. Ainda na adolescência, iniciou a carreira de cantora apresentando-se em bares de sua cidade natal. Com a finalidade de fazer da música uma profissão, Ana deixa o curso de Letras e segue para o Rio. Em um show no Mistura Fina, Luciana De Moraes (filha de Vinícius de Moraes) encanta-se com a sua voz grave e cheia de melodia. Resultado, em apenas 15 dias, a jovem e promissora cantora assinou um contrato com a bmg. Assim, em 1999, chega ao público de todo o Brasil o CD “Ana Carolina”. O CD é uma verdadeira obra de arte, resgasta os clássicos antigos da MPB (“Beatriz”, “Alguém me disse” e “Retrato em branco e preto” de Chico Buarque) passa pelo Pop de Lulu Santos (“Tudo bem”) e revela Ana Carolina como compositora (“A canção tocou na hora errada”, “Trancado”, “Armazem” e “O avesso dos ponteiros”) e também a Totonho Villeroy (“Garganta” e “Tô saindo”), que passa a ser o seu grande parceiro em composições. Foi através desse CD que Ana Carolina foi indicada ao Grammy Latino.

Encontro das Águas

Cantor e compositor, começou a cantar em bares por volta dos 15 anos. Participou de alguns festivais sem maior repercussão no país até que em 1995 teve a chance de gravar seu primeiro CD, "Encontro das Águas", produzido por Renato Corrêa.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Contigo aprendi - Luis Miguel

Contigo aprendi Que existem novas E melhores emoções... Contigo aprendi A conhecer um mundo novo De ilusões Aprendi... Que a semana já tem mais De sete dias Fazer maiores minhas Poucas alegrias E a ser alegre Eu contigo aprendi... Contigo aprendi Que existe luz na noite Mais escura Contigo aprendi Que em tudo existe um pouco De ternura Aprendi...que pode um beijo Ser mais doce e mais profundo Que posso ir-me amanhã mesmo deste mundo As coisas boas, eu contigo já vivi E contigo aprendi, que eu nasci No dia em que te conheci...(Altemar Dutra)

Ave Maria Fagner e A paz que o mundo procura

A paz que o mundo procura Este tema hoje trata de uma das necessidades do mundo moderno: a paz. Entre os vários textos que abordam esse tema, na Palavra de Deus, encontra-se o verso sétimo do quarto capítulo de Filipenses, que afirma que “a paz de Deus, que excede todo entendimento guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”. Ou seja, a paz sobrenatural, que vem do céu e não pode ser fornecida pelos homens, protegerá os nossos sentimentos e as nossas emoções, livrando-nos da ansiedade. Há uma corrida pela paz na sociedade contemporânea. Nestes dias atribulados em que vivemos a paz é almejada em todas as camadas sociais e faixas etárias. Motivos não faltam para a ausência de paz: da educação dos filhos aos índices da bolsa de valores e sua importância para o investidor, o mundo vê-se envolto em situações que comprometem o sono tranquilo. Há também (infelizmente) muita gente procurando a paz em coisas e lugares errados. É possível que muitos dos que tenham enveredado para o caminho das drogas o tenham feito, pensando na sensação de uma vida sem problemas. E não deve ser incomum, tampouco, a busca da alegria em uma garrafa de uísque, por exemplo. O problema não está em se divertir, mas em que os sentimentos de satisfação proporcionados por esses artifícios não são duradouros e não podem trazer paz. De fato, a diversão e a paz não têm relação entre si. A diversão nos proporciona momentos de descontração e alegria, ao passo que a paz é uma condição. É como se a paz fosse um alicerce, no qual uma pessoa que a possui se mantivesse igualmente sustentada em qualquer circunstância, por certo incluindo os momentos de contentamento, mas independente deles. Essa comparação está sendo feita com o intuito de ajudá-lo a analisar os fatos. É importante que você pare, por um momento, e reflita em como anda a sua vida e se, realmente, há paz no seu coração. Depois, visa-se esclarecer-lhe que essa condição de paz somente pode ser encontrada em Deus. A paz pertence a ele e, portanto, somente ele poderá transferi-la, reparti-la ou mesmo retê-la. Mas, claro, nada o impede de reivindicá-la para você e isso é muito fácil: basta que, com sinceridade de coração, você a peça, e será sua imediatamente. O mais difícil, muitas vezes, é a nossa própria resistência em admitir que não somos suficientes para nos fazer felizes. Mas, se você conseguir enxergar que Deus o criou para viver a plenitude da existência, vença o orgulho e não perca tempo. A paz pode ser sua e é de graça.

quarta-feira, 21 de março de 2012

segunda-feira, 19 de março de 2012

As Rosas não falam

As Rosas Não Falam Cartola Bate outra vez Com esperanças o meu coração Pois já vai terminando o verão, Enfim Volto ao jardim Com a certeza que devo chorar Pois bem sei que não queres voltar Para mim Queixo-me às rosas, Mas que bobagem As rosas não falam Simplesmente as rosas exalam O perfume que roubam de ti, ai Devias vir Para ver os meus olhos tristonhos E, quem sabe, sonhavas meus sonhos Por fim
"As rosas não falam" (Cartola II, 1976) é uma pérola que mostra bem a habilidade do cancionista: primeiro porque é daquelas canções que comentam a si mesma; e segundo porque a mensagem, de tão simples e singela, tem forte impacto emotivo: pétala por pétala, podemos sentir o abandono do sujeito no mar do sentimento. Ao dizer que as rosas não falam, o sujeito da canção, que, por ventura, poderia ter seu canto preterido pela beleza das rosas, persuade o outro a lhe ouvir: ouvir o canto de amor. Enquanto as rosas apenas exalam o perfume que roubam do outro, ele, sujeito da canção, que prefere a beleza da mulher amada à beleza das rosas, compõe o canto de esperança no afeto.