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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Schubert - Zamfir - Ave Maria (A mais bela instrumental Ave Maria)

Ellens dritter Gesang (Ellens Gesang III, D839, Op. 52 n º 6, 1825), terceira música de Ellen em Inglês, composta por Franz Schubert em 1825, é uma das obras mais populares de Schubert, apesar de alguns equívocos existentes a respeito de sua procedência. A peça é muitas vezes referida como Ave Schubert Maria, mas ela foi composta originalmente como uma configuração de uma canção de poema popular Walter Scott épico A Dama do Lago, na tradução do alemão por Adam Storck, e, portanto, faz parte de "de Schubert Liederzyklus vom Fräulein vom ver ". No poema de Scott a personagem Ellen Douglas, a "Dama" do "Lake" (Loch Katrine na Escócia) tem ido com seu pai a se esconder na "caverna Goblin" nas proximidades para evitar chamar a vingança do Rei no seu anfitrião , o chefe do clã-Alpine Roderick Dhu, que vem dando-lhes abrigo desde que o rei exilado eles. Ela canta uma oração dirigida à Virgem Maria, chamando-lhe ajuda. Ellen é ouvido por Roderick Dhu, que é maior na montanha, elevando o clã para a guerra. A peça é dito ter sido previamente realizada no castelo da condessa Sophie Weissenwolff no Steyregg pequena cidade austríaca e dedicado a ela, o que a levou a posteriormente tornando-se conhecida como a Dama do Lago-se. [1] As palavras de abertura e abster-se da canção de Ellen, a saber, "Ave Maria" (em latim, "Ave Maria"), pode ter levado a idéia de adaptar a melodia de Schubert como cenário para o texto integral do romano tradicional oração católica Ave Maria. A versão latina da Ave Maria é agora tão freqüentemente usado com melodia de Schubert, que levou ao equívoco que ele escreveu a melodia como um cenário para a Ave Maria.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Ave Maria Fagner e A paz que o mundo procura

A paz que o mundo procura Este tema hoje trata de uma das necessidades do mundo moderno: a paz. Entre os vários textos que abordam esse tema, na Palavra de Deus, encontra-se o verso sétimo do quarto capítulo de Filipenses, que afirma que “a paz de Deus, que excede todo entendimento guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”. Ou seja, a paz sobrenatural, que vem do céu e não pode ser fornecida pelos homens, protegerá os nossos sentimentos e as nossas emoções, livrando-nos da ansiedade. Há uma corrida pela paz na sociedade contemporânea. Nestes dias atribulados em que vivemos a paz é almejada em todas as camadas sociais e faixas etárias. Motivos não faltam para a ausência de paz: da educação dos filhos aos índices da bolsa de valores e sua importância para o investidor, o mundo vê-se envolto em situações que comprometem o sono tranquilo. Há também (infelizmente) muita gente procurando a paz em coisas e lugares errados. É possível que muitos dos que tenham enveredado para o caminho das drogas o tenham feito, pensando na sensação de uma vida sem problemas. E não deve ser incomum, tampouco, a busca da alegria em uma garrafa de uísque, por exemplo. O problema não está em se divertir, mas em que os sentimentos de satisfação proporcionados por esses artifícios não são duradouros e não podem trazer paz. De fato, a diversão e a paz não têm relação entre si. A diversão nos proporciona momentos de descontração e alegria, ao passo que a paz é uma condição. É como se a paz fosse um alicerce, no qual uma pessoa que a possui se mantivesse igualmente sustentada em qualquer circunstância, por certo incluindo os momentos de contentamento, mas independente deles. Essa comparação está sendo feita com o intuito de ajudá-lo a analisar os fatos. É importante que você pare, por um momento, e reflita em como anda a sua vida e se, realmente, há paz no seu coração. Depois, visa-se esclarecer-lhe que essa condição de paz somente pode ser encontrada em Deus. A paz pertence a ele e, portanto, somente ele poderá transferi-la, reparti-la ou mesmo retê-la. Mas, claro, nada o impede de reivindicá-la para você e isso é muito fácil: basta que, com sinceridade de coração, você a peça, e será sua imediatamente. O mais difícil, muitas vezes, é a nossa própria resistência em admitir que não somos suficientes para nos fazer felizes. Mas, se você conseguir enxergar que Deus o criou para viver a plenitude da existência, vença o orgulho e não perca tempo. A paz pode ser sua e é de graça.