Obrigada por sua visita

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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Bidu Sayão

Balduína de Moreira Saião, cantora soprano, nasceu no Rio de Janeiro no dia 11 de maio de 1902. Com apenas 10 anos de idade a jovem já apresentava cançonetas, declamava e tocava músicas clássicas ao piano. Bidu era fascinada pelos palcos, e representava pequenas peças de seu tio, o teatrólogo Alberto Costa, que a aconselhou a estudar canto. Com quinze anos de idade a jovem já se destacava entre as alunas da professora Helena Theodorini, e nessa época recebeu o apelido de "pequeno rouxinol".

Com 16 anos já era uma soprano famosa e se apresentava em curtos recitais no Teatro Trianon e no salão do Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro.

Em 1922 foi para Nice, na França, estudar com Jean de Reszke (1850 - 1925).

Em 1925 ela retornou ao Brasil e apresentou-se no Teatro Municipal, do Rio de Janeiro. Tinha apenas 23 anos, mas recebeu consagração do público e da crítica.

Em 1926, apresentou-se como cantora de ópera no Teatro Constanzi, de Roma, na Itália e em julho do mesmo ano inaugurou a temporada lírica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, interpretando Rosina na ópera "O barbeiro de Sevilha", de Gioacchino Rossini (1792-1868) .

Em 1928 apresentou-se no Teatro Cólon, de Buenos Aires, na Argentina, com enorme sucesso. Retornou para a Itália, fez show no Teatro Allá Scala, de Milão, e na Academia Santa Cecília, de Roma. Foi para Paris, França, tendo sido muito aplaudida no Teatro Nacional de ópera Còmica, cantado "Lakmé", de Léo Delibes (1836-1891).

Em 1935 apresentou-se no Teatro Town Hall, de Nova York, nos Estados Unidos, tornando-se logo conhecida nos meios musicais daquela cidade.

Após ouvi-la, Arturo Toscanini (1867-1957) convidou-a para participar de um concurso de solistas, onde ela cantou "La demoiselle élue", de Claude-Achile Debussy (1862-1918). Obteve um sucesso tão retumbante que foi contratada imediatamente pelo próprio Toscanini, para a Orquestra Filarmònica, de Nova York.

Em 1936, cantou com a famosa orquestra no Carnegie Hall, de Nova York e consagrou-se definitivamente nos Estados Unidos.

No dia 7 de fevereiro de 1937, estreou no Metropolitan Opera House, com a "Manon" de Jules Massenet (1842-1912). O espetáculo foi transmitido via rádio para o Rio de Janeiro. Após esse concerto, foi contratada para o elenco permanente desse teatro.

Em fevereiro de 1938, cantou na Casa Branca, em Washington, DC, para o Presidente Franklin Delano Roosevelt e sua esposa.

Em 1945 ficou em segundo lugar no concurso que elegeu a cantora de maior prestígio nos Estados Unidos.

Em 1957 fez sua última apresentação no Brasil, cantando "La demoiselle élue".

Em 1958, cantou pela última vez no Carnegie Hall, de Nova York, atendendo a um pedido do Maestro Heitor Villa-Lobos.

Em 1995 foi homenageada pela Escola de Samba Beija-Flor, no desfile das escolas de samba no carnaval daquele ano, que apresentou o samba enredo contando a sua carreira.

Bidu Saião, a gloriosa e vitoriosa brasileira que recebeu todas as honras dos americanos e que foi uma das maiores cantoras de ópera do século XX jamais foi reconhecida no Brasil. A nossa Bidu morreu na terra que a acolheu com a sua arte: morreu em Rockwell, nos Estados Unidos, no dia 12 de março de 1999.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Schubert - Zamfir - Ave Maria (A mais bela instrumental Ave Maria)

Ellens dritter Gesang (Ellens Gesang III, D839, Op. 52 n º 6, 1825), terceira música de Ellen em Inglês, composta por Franz Schubert em 1825, é uma das obras mais populares de Schubert, apesar de alguns equívocos existentes a respeito de sua procedência. A peça é muitas vezes referida como Ave Schubert Maria, mas ela foi composta originalmente como uma configuração de uma canção de poema popular Walter Scott épico A Dama do Lago, na tradução do alemão por Adam Storck, e, portanto, faz parte de "de Schubert Liederzyklus vom Fräulein vom ver ". No poema de Scott a personagem Ellen Douglas, a "Dama" do "Lake" (Loch Katrine na Escócia) tem ido com seu pai a se esconder na "caverna Goblin" nas proximidades para evitar chamar a vingança do Rei no seu anfitrião , o chefe do clã-Alpine Roderick Dhu, que vem dando-lhes abrigo desde que o rei exilado eles. Ela canta uma oração dirigida à Virgem Maria, chamando-lhe ajuda. Ellen é ouvido por Roderick Dhu, que é maior na montanha, elevando o clã para a guerra. A peça é dito ter sido previamente realizada no castelo da condessa Sophie Weissenwolff no Steyregg pequena cidade austríaca e dedicado a ela, o que a levou a posteriormente tornando-se conhecida como a Dama do Lago-se. [1] As palavras de abertura e abster-se da canção de Ellen, a saber, "Ave Maria" (em latim, "Ave Maria"), pode ter levado a idéia de adaptar a melodia de Schubert como cenário para o texto integral do romano tradicional oração católica Ave Maria. A versão latina da Ave Maria é agora tão freqüentemente usado com melodia de Schubert, que levou ao equívoco que ele escreveu a melodia como um cenário para a Ave Maria.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

sábado, 29 de setembro de 2012

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Mario Vargas Llosa

"Um público comprometido com

a leitura é crítico, rebelde, inquieto,

pouco manipulável e não crê em lemas

que alguns fazem passar por idéias." ...

(Mário Vargas Llosa)

terça-feira, 7 de agosto de 2012

La luce e in un mondo oscuro

La luce e in un mondo oscuro..... l' amore mio sei tu adorata ti amo eternamente sei nel cuore...... sono dolcissime note del cuore....... colme d'amore e di passione per te Alex.......... A luz em um mundo escuro.... te amo meu amor amado eternamente está no coração...... são doces notas de coração....... cheio de amor e paixão para você Alex. Recebi via Facebook

AS MAIS BELAS CANÇÕES FRANCESAS 17 MUSICAS COM NOMES

Ana Carolina e Preta Gil

MARIA BETHÂNIA E ANA CAROLINA - "EU QUE NÃO SEI QUASE NADA DO MAR"

Motriz - Maria Bethânia DVD Brasileirinho

sábado, 4 de agosto de 2012

Gloria Estefan - Mi Tierra

GLORIA eSTEFAN

Jennifer Lopez

Lamento Cigano

"ALMA CIGANA"

CIGANA ENCANTADA...

DE PÉS DESCALÇOS E GUISSOS PENDURADOS
O ENCANTO FOI DELA
DA CIGANA DE LUZ
ACIMA DE TODAS
NO GALGAR DA EVOLUÇÃO
A CIGANA ME CONDUZ
CIGANA BARVALI...CIGANA...ROMLI...
TU ÉS FORTE
TU ÉS OURO
TU TENS SORTE
TU ÉS UM TESOURO
CIGANA ! OH ! ENCANTADA
FACEIRA, FEITICEIRA, MAGA...
DO EGITO ANTIGO AO OCIDENTE
SUA LUZ DE SETE CORES
NA CORRENTE
DA VIBRAÇÃO ETERNA
NA LUTA DO BEM
SOBRE A TERRA
CIGANA DE ONDE NASCERÁS
PORQUE ÉS TÃO LINDA ASSIM
OH! ENCANTADA, DOS ENCANTOS MAIS
PUROS QUE A ALMA POSSA FLUIR...
(Rodrigo Gevegir -

terça-feira, 31 de julho de 2012

Esperança. Gente Humilde

"Tem dias que a esperança é sempre mais teimosa do que eu." Fabrício Carpinejar
Agostinho dos Santos-Gente humilde

Gente Humilde
Vinicius de Moraes
Tem certos dias
Em que eu penso em minha gente
E sinto assim
Todo o meu peito se apertar
Porque parece que acontece
De repente
Como um desejo de eu viver sem me notar
Igual a tudo, quando eu passo
Num subúrbio
Eu muito bem, vindo de trem
De algum lugar
Aí me dá uma inveja
Dessa gente
Que vai em frente Sem nem ter com quem contar
São casas simples
Com cadeiras na calçada
E na fachada, escrito em cima
Que é um lar
Pela varanda, flores tristes
E baldias
Como a alegria que não tem
Onde encostar
E aí me dá uma tristeza
No meu peito
Feito um despeito de eu não ter
Como lutar
E eu não creio
Peço a Deus por minha gente
É gente humilde
Que vontade de chorar

Paco de Lucia - Entre dos Aguas

Danza zíngara rusa

Dalva de Oliveira - Ave maria no morro (1960)

Elizeth Cardoso - Barracão de Zinco

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Oração do Cavalo

Oração do Cavalo

Ao meu amo ofereço a minha oração:

Dá-me comida e cuida de mim, e quando a jornada terminar,

Dá-me abrigo, uma cama limpa e seca e uma baia ampla pra eu descansar em conforto.

Fala comigo; tua voz, muitas vezes, significa, para mim, o mesmo que as rédeas.

Afaga-me, às vezes, para que eu te possa servir com mais alegria e aprenda a te amar.

Não maltrates minha boca com o freio e não me faças correr ao subir um morro.

Nunca, eu te suplico, me agridas ou me espanques quando eu não entender o que queres de mim, mas dá-me uma oportunidade de te compreender.

E, quando não for obediente ao teu comando, vê se algo não está correto nos meu arreios, ou maltratando os meus pés.

E, finalmente, quando a minha utilidade se acabar, não me deixes morrer de frio ou à mingua, nem me vendas para alguém cruel para eu ser lentamente torturado ou morrer de fome.

Mas, bondosamente, meu amo, sacrifica-me tu mesmo e teu Deus te recompensará para sempre, e não me julgues irreverente se te peço isso.

Em nome d'Aquele que também nasceu num estábulo.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Parabéns Nelson Sargento, pelo dia em que completa os seus 87 aniversários, um dos grandes ícones do samba

o Blogger Maria Lopes e Música tem como objetivo nesta noite festejar e homenagear o Samba genuinamente brasileiro representado pelo aniversariante Nelson Sargento!
Agoniza Mas Não Morre
Composição: Nelson Sargento

Samba,
Agoniza mas não morre,
Alguém sempre te socorre,
Antes do suspiro derradeiro.

Samba,
Negro, forte, destemido,
Foi duramente perseguido,
Na esquina, no botequim, no terreiro.

Samba,
Inocente, pé-no-chão,
A fidalguia do salão,
Te abraçou, te envolveu,
Mudaram toda a sua estrutura,
Te impuseram outra cultura,
E você nem percebeu,
Mudaram toda a sua estrutura,
Te impuseram outra cultura,
E você nem percebeu.

Convidados na Festa de Aniversário de Neslson Sargento.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

músicas romântica

20 músicas que jamais serão esquecidas.

Vem ó cigana bonita

Carlos Alberto

Vem, ó cigana bonita
ler o meu destino
Que mistérios tem
Tu, com esses olhos
de quem vê o amor da gente
Põe nas minhas mãos
o teu olhar ardente
E procura desvendar o meu segredo
A dor, cigana, do meu amor
Mas, nunca digas, ó zíngara
que ilusão me espera
O mal, o meu futuro
Só àquela por quem vou vivendo
assim à toa
Tu dirás, será sorte ser amado
por tua
Para que ela venha consolar-me
um dia
A dor, cigana, do meu amor

Amor e Luz

Bela Cigana

Musica Bela Cigana de Clara Nunes (Part. João Nogueira)

sábado, 14 de julho de 2012

MÚSICA ESPECIAL PARA RELAJACIÓN, MEDITACIÓN, SANACIÓN Y CONCILIAR EL SUEÑO

A Tela do meu Destino

Tela
A Tela
Na tela em que meu destino foi bordado,
não há manchas de dedos
nem frouxos alinhavos
desfazendo a harmonia.
Nasci, certamente, das BORDADEIRAS DE SONHOS
que tecem lenços azuis todas as manhãs
para que a realidade, com seu duro fardo,
não pesponte escuridão onde o traço é de luz.
Aíla Sampaio
A Teia da EsperançaA teia tecida
nas noites de esperança,
rasgada e ferida,
segue a nossa andança.

E juntos, mãos dadas,
olhamos pra ela,
vontades paradas,
quais barcos sem vela.
Amigo, que o braço
cansado de tédio
ergamos no espaço!
É esse o remédio.
Depois de cerzidas,
não ficam marcadas
profundas feridas
em teias rasgadas!

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Jorge Aragao - Logo Agora

♥♫DIAS DE LUA - EMÍLIO SANTIAGO

Aniversariante de Hoje 13 de julho- João Bosco



Começou a tocar violão aos doze anos, incentivado por uma família repleta de músicos.
Alguns anos depois, iniciou na Escola de Minas em Ouro Preto cursando Engenharia Civil[2]. Apesar de não deixar de lado os estudos, dedicava-se sobremaneira à carreira musical, influenciado principalmente por gêneros como jazz e bossa nova e pelo tropicalismo.[1] Foi em Ouro Preto, em 1967, na casa do pintor Carlos Scliar, que conheceu Vinícius de Moraes, com o qual compôs as seguintes canções:
rosa-dos-ventos, Samba do Pouso e O mergulhador - dentre outras. [1][3]

A primeira gravação saiu no disco de bolso do jornal O Pasquim: Agnus Sei (1972). No ano seguinte, selou contrato com a gravadora RCA, lançando o primeiro disco, que levava apenas seu nome.[2]

Em 1970 conheceu aquele que viria a ser o mais frequente parceiro, com quem compôs mais de uma centena de canções: Aldir Blanc, O mestre sala dos mares, O bêbado e a equilibrista, Bala com bala, Kid cavaquinho, Caça à raposa, Falso brilhante, O rancho da goiabada, De frente pro crime, Fantasia, Bodas de prata, Latin Lover, O ronco da cuíca, Corsário, dentre muitas outras[3].

Em 1972 conheceu Elis Regina, que gravou uma parceria sua com Blanc: Bala com Bala; a carreira deslanchou quando da interpretação da cantora para o bolero Dois pra lá, dois pra cá.[2]CA / Sony BMG

Discografia de João Bosco:[3]
1973 - João Bosco
1975 - Caça à raposa
1976 - Galos de briga
1977 - Tiro de misericórdia
1979 - Linha de passe
1980 - Bandalhismo
1981 - Essa é a sua vida
[editar]Ariola
1982 - Comissão de Frente
1983 - Centésima apresentação - ao vivo
1984 - Gagabirô
1986 - Cabeça de nego
[editar]CBS/ Sony BMG
1987 - Ai ai ai de mim
1989 - Bosco
1991 - Zona de fronteira
1992 - Acústico MTV - ao vivo
1994 - Na onda que balança
1995 - Dá licença meu senhor
1997 - As mil e uma aldeias
1998 - Benguelê (trilha sonora do Grupo Corpo)
2000 - Na esquina
2001 - Na esquina - ao vivo (CD duplo)
2003 - Malabaristas do sinal vermelho
[editar]Universal Music
2006 - Obrigado, gente! - ao vivo (CD e DVD)
2009 - Não vou pro céu, mas já não vivo no chão (CD)
[editar]Participações
1972 - Disco de bolso do Pasquim - O tom de Antônio Carlos Jobim e o tal de João Bosco
Referências

↑ a b c Biografia no Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.
↑ a b c d Knorstjonas (17/4/2009). Biografia de João Bosco (em português).
Letra.com. Página visitada em 13 de julho de 2012.
↑ a b c d perfis dos artistas / João Bosco (em português). Rede Nova Brasil FM.
Página visitada em 13 de julho de 2012
.http://pt.wikipedia.org

sábado, 30 de junho de 2012

Este Blog é Premiado

50777 em 28 de junho de 2012 Obrigada por sua presença.Venha comemorar os nossos 50000 visitantes e Festa é nossa. Paz, Amor e Luz.

Mulheres

Zeca Pagodinho-''Ogum''

Elizeth Cardoso - Joao Nogueira - Mulata Faceira

joao nogueira

ALCIONE - MEU VÍCIO É VOCÊ

Jovelina Pérola Negra - Luz do repente (só vim mostrar o que aprendi)

Sorriso Negro « Diogo Nogueira e Dona Ivone Lara

Clementina de Jesus e Dona Ivone Lara Sonho Meu

CACIQUE DE RAMOS 50 ANOS

Soweto - Ventos dos Areais

Beth Carvalho " Canto de rainha "

Aquarela Brasileira - Martinho da Vila

George Harrison - Love Comes To Everyone

Flávio Venturini - Noites com sol

Fênix - Jorge Vercilo

terça-feira, 26 de junho de 2012

Djavan Seduzir

Feito com flagrantes de uma viagem)

terça-feira, 8 de maio de 2012

Enrique Iglesias

Nossa Homenagem a Enrique Iglesias na data de seu aniversário.
Enrique Miguel Iglesias Preysler nasceu no dia 8 de Maio de 1975 em Madrid, Espanha. Filho de Julio Iglesias de la Cueva e de Isabel Preysler Arrastria. Aos sete anos, vai viver para Miami, onde estuda, aproveitando o melhor das culturas americana, europeia e hispânica, fornecendo-lhe cada uma delas as suas respectivas influências musicais. Edita o seu primeiro álbum homónimo aos 20 anos (disco esse, preparado em segredo desde os 16 anos). Nos primeiros três meses, após a edição do disco são vendidas um milhão de cópias, e Enrique alcança mesmo o seu primeiro Disco de Ouro em Portugal (apenas três semanas após a sua edição). "Enrique Iglesias" alcança a marca dos 5,8 milhões de vendas e o sucesso repete-se com o seu segundo trabalho, "Vivir", editado em 1997, que vende mais de cinco milhões de cópias em todo o mundo. Nos EUA, alcança dois Discos de Platina, referentes a vendas superiores a dois milhões de cópias dos seus dois primeiros álbuns. Nove das suas canções chegaram ao número um em rádios de 19 países nas Américas, Europa e Ásia, provando a consistência da sua carreira internacional. Enrique gravou em três línguas (espanhol, italiano e português) e planeia também gravar um álbum em inglês, a sua segunda língua, isto após ter já experimentado o inglês em alguns temas pontuais. Em 1997, iniciou a sua primeira digressão mundial, que incluiu 78 concertos em 13 países, que foram vistos por mais de 720 mil pessoas. O evento foi bem recebido pela crítica e foi considerado o maior jamais realizado por um músico latino. A sua lista de prémios é já considerável e inclui 116 Discos de Platina, 227 de Ouro, 26 prémios internacionais, incluindo um Grammy na categoria de Melhor Artista Latino, em 1996, um disco considerado Álbum do Ano pela revista Billboard, ou um World Music Award para Melhor Artista Latino, entre muitas outras distinções. Em 1998 edita "Cosas Del Amor" e, em 1999, segue-se "Enrique", um disco mais dance-pop e mainstream que os anteriores, que inclui hits como "Rythm Divine" e "Be With You". Em 2001, o músico desviou-se um pouco a sua linha sonora habitualmente preenchida por baladas, para dar lugar a sonoridas mais próximas do rock, e chamou à experiência "Escape". Os álbuns seguintes, "7" (2003) e "Insomniac" (2007), têm ajudado a enriquecer a fortuna do cantor espanhol. Enrique Iglesias é considerado o artista latino com maior número de discos vendidos de sempre. Em três anos, o cantor vendeu mais de 10 milhões de exemplares com os seus dois primeiros álbuns ("Enrique Iglesias" e "Vivir"). Enrique venceu ainda um Grammy na categoria de Melhor Artista Pop Latino, tornando-se no mais impressionante fenómeno hispânico dos últimos 25 anos, colocando-se na linha da frente das estrelas pop mundiais da actualidade. Fonte: http://enriqueiglesias.blogs.sapo.pt

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Lulu Santos nasceu no Rio de Janeiro RJ em 04 de Maio de 1953

Foto: Paula Gradícola (Site: Transamérica)
Luís Maurício Pragana dos Santos nasceu no Rio de Janeiro RJ em 04 de Maio de 1953. Formou seu primeiro conjunto aos 12 anos, com repertório dos Beatles. Iniciou carreira profissional aos 19 anos como membro do grupo Veludo Elétrico, entrando um ano depois no Vímana, que incluía Lobão na bateria, Fernando Gama no contrabaixo e Ritchie nos vocais e que gravou um compacto na Som Livre em 1977 (Zebra e Masquerade), alem de participar do LP Ave noturna, de Fagner. Iniciando carreira solo, compôs a trilha do filme Os sete gatinhos, de Neville d’Almeida e lançou um compacto pela Polygram, Gosto de batom (Bernardo Vilhena e Pedro Fortuna) com seu nome verdadeiro, Luís Maurício. Mais tarde, trabalhou como selecionador de repertório de trilhas de novelas da TV Globo e escreveu textos na revista Somtrês. Em 1981 assinou contrato com a WEA e gravou seu primeiro disco com o nome Lulu Santos, Tesouro da juventude (com Nelson Mota), que se tornou seu primeiro grande sucesso. O primeiro LP, Tempos modernos, de 1982, incluiu vários êxitos, como a faixa-título e De repente Califórnia, além de estabelecer um padrão para sua carreira. Seus sucessos incluem ainda Um certo alguém, Casa (1987), Toda forma de amor (1988) e A cura (1988). Em 1987 passou a trabalhar com a gravadora BMG, tendo feito nesse período apenas um disco na Polygram, Mondo cane, em 1992. Em 1985 participou com êxito do primeiro festival Rock In Rio. Premiado com um Disco de Platina por seu LP Lulu, de 1987, recusou o prêmio em plena cerimonia de entrega, no Maracanãzinho, por não ter atingido o limite mínimo de vendas de 250 mil cópias. Nos anos de 1990, gravou três discos de dance-music em parceria com o DJ Memê: Assim caminha a humanidade, Eu e Memê, Memê e eu e Anticiclone musical. Seu disco de 1997, Liga lá, com arrojadas fusões com o techno, tem participação do maestro e arranjador Rogério Duprat e de Ritchie. Produziu também discos de outros artistas, como Televisão, dos Titãs, e O melhor dos iguais, do Premeditando o Breque. Biografia: Enciclopédia da Música Brasileira Art Editora e PubliFolha Fonte: http://www.mpbnet.com.br

terça-feira, 27 de março de 2012

Luis Miguel - Popurri

Sabor a mi

É isso aí - Ana Carolina

Ana Carolina Souza (Juiz de Fora, 9 de setembro de 1974) é uma cantora, compositora, arranjadora e instrumentista brasileira. Carreira A sua influência musical vem do berço. Sua avó cantava em rádio, seus tios-avós tocavam percussão, piano, cello e violino. Ana Carolina cresceu ouvindo ícones da música brasileira Chico Buarque, João Bosco, Maria Bethânia; na sua preferência internacional destaca-se Nina Simone, Bjork e Alanis Morrissete. Ainda na adolescência, iniciou a carreira de cantora apresentando-se em bares de sua cidade natal. Com a finalidade de fazer da música uma profissão, Ana deixa o curso de Letras e segue para o Rio. Em um show no Mistura Fina, Luciana De Moraes (filha de Vinícius de Moraes) encanta-se com a sua voz grave e cheia de melodia. Resultado, em apenas 15 dias, a jovem e promissora cantora assinou um contrato com a bmg. Assim, em 1999, chega ao público de todo o Brasil o CD “Ana Carolina”. O CD é uma verdadeira obra de arte, resgasta os clássicos antigos da MPB (“Beatriz”, “Alguém me disse” e “Retrato em branco e preto” de Chico Buarque) passa pelo Pop de Lulu Santos (“Tudo bem”) e revela Ana Carolina como compositora (“A canção tocou na hora errada”, “Trancado”, “Armazem” e “O avesso dos ponteiros”) e também a Totonho Villeroy (“Garganta” e “Tô saindo”), que passa a ser o seu grande parceiro em composições. Foi através desse CD que Ana Carolina foi indicada ao Grammy Latino.

Encontro das Águas

Cantor e compositor, começou a cantar em bares por volta dos 15 anos. Participou de alguns festivais sem maior repercussão no país até que em 1995 teve a chance de gravar seu primeiro CD, "Encontro das Águas", produzido por Renato Corrêa.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Contigo aprendi - Luis Miguel

Contigo aprendi Que existem novas E melhores emoções... Contigo aprendi A conhecer um mundo novo De ilusões Aprendi... Que a semana já tem mais De sete dias Fazer maiores minhas Poucas alegrias E a ser alegre Eu contigo aprendi... Contigo aprendi Que existe luz na noite Mais escura Contigo aprendi Que em tudo existe um pouco De ternura Aprendi...que pode um beijo Ser mais doce e mais profundo Que posso ir-me amanhã mesmo deste mundo As coisas boas, eu contigo já vivi E contigo aprendi, que eu nasci No dia em que te conheci...(Altemar Dutra)

Ave Maria Fagner e A paz que o mundo procura

A paz que o mundo procura Este tema hoje trata de uma das necessidades do mundo moderno: a paz. Entre os vários textos que abordam esse tema, na Palavra de Deus, encontra-se o verso sétimo do quarto capítulo de Filipenses, que afirma que “a paz de Deus, que excede todo entendimento guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”. Ou seja, a paz sobrenatural, que vem do céu e não pode ser fornecida pelos homens, protegerá os nossos sentimentos e as nossas emoções, livrando-nos da ansiedade. Há uma corrida pela paz na sociedade contemporânea. Nestes dias atribulados em que vivemos a paz é almejada em todas as camadas sociais e faixas etárias. Motivos não faltam para a ausência de paz: da educação dos filhos aos índices da bolsa de valores e sua importância para o investidor, o mundo vê-se envolto em situações que comprometem o sono tranquilo. Há também (infelizmente) muita gente procurando a paz em coisas e lugares errados. É possível que muitos dos que tenham enveredado para o caminho das drogas o tenham feito, pensando na sensação de uma vida sem problemas. E não deve ser incomum, tampouco, a busca da alegria em uma garrafa de uísque, por exemplo. O problema não está em se divertir, mas em que os sentimentos de satisfação proporcionados por esses artifícios não são duradouros e não podem trazer paz. De fato, a diversão e a paz não têm relação entre si. A diversão nos proporciona momentos de descontração e alegria, ao passo que a paz é uma condição. É como se a paz fosse um alicerce, no qual uma pessoa que a possui se mantivesse igualmente sustentada em qualquer circunstância, por certo incluindo os momentos de contentamento, mas independente deles. Essa comparação está sendo feita com o intuito de ajudá-lo a analisar os fatos. É importante que você pare, por um momento, e reflita em como anda a sua vida e se, realmente, há paz no seu coração. Depois, visa-se esclarecer-lhe que essa condição de paz somente pode ser encontrada em Deus. A paz pertence a ele e, portanto, somente ele poderá transferi-la, reparti-la ou mesmo retê-la. Mas, claro, nada o impede de reivindicá-la para você e isso é muito fácil: basta que, com sinceridade de coração, você a peça, e será sua imediatamente. O mais difícil, muitas vezes, é a nossa própria resistência em admitir que não somos suficientes para nos fazer felizes. Mas, se você conseguir enxergar que Deus o criou para viver a plenitude da existência, vença o orgulho e não perca tempo. A paz pode ser sua e é de graça.

quarta-feira, 21 de março de 2012

segunda-feira, 19 de março de 2012

As Rosas não falam

As Rosas Não Falam Cartola Bate outra vez Com esperanças o meu coração Pois já vai terminando o verão, Enfim Volto ao jardim Com a certeza que devo chorar Pois bem sei que não queres voltar Para mim Queixo-me às rosas, Mas que bobagem As rosas não falam Simplesmente as rosas exalam O perfume que roubam de ti, ai Devias vir Para ver os meus olhos tristonhos E, quem sabe, sonhavas meus sonhos Por fim
"As rosas não falam" (Cartola II, 1976) é uma pérola que mostra bem a habilidade do cancionista: primeiro porque é daquelas canções que comentam a si mesma; e segundo porque a mensagem, de tão simples e singela, tem forte impacto emotivo: pétala por pétala, podemos sentir o abandono do sujeito no mar do sentimento. Ao dizer que as rosas não falam, o sujeito da canção, que, por ventura, poderia ter seu canto preterido pela beleza das rosas, persuade o outro a lhe ouvir: ouvir o canto de amor. Enquanto as rosas apenas exalam o perfume que roubam do outro, ele, sujeito da canção, que prefere a beleza da mulher amada à beleza das rosas, compõe o canto de esperança no afeto.